A Ideologia de Gênero e sua relação com o grande conflito

A ideologia de gênero é uma doutrina que invadiu nossos lares nos últimos anos. Na TV, na capa da revista, nas assembleias legislativas e no Congresso Nacional, essa doutrina não para de ser anunciada. Mas será que você sabe a origem dessa doutrina?  Este artigo mostra que a origem dessa doutrina é a mesma de todas as outras que são contrarias à lei de Deus. A mente do diabo.

Texto chave: Apocalipse 12:7-12

“Houve então uma guerra nos céus. Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão, e o dragão e os seus anjos revidaram, Mas estes não foram suficientemente fortes, e assim perderam o seu lugar nos céus. O grande dragão foi lançado fora. Ele é a antiga serpente chamada diabo ou Satanás, que engana todo mundo. Ele e os seus anjos foram lançados à terra.

…Portanto, celebrem,no ó céus, e os que neles habitam! mas ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vocês! ele está cheio de fúria, pois sabe que resta pouco tempo.”

    Satanás é inimigo da lei de Deus

    Toda controvérsia entre bem e mal, certo e errado, justo e injusto, tem como pano de fundo a obediência ou não à lei de Deus. Satanás é um ser real que trabalha arduamente para destruir as prerrogativas divinas, pois sabe que a lei do criador é a única barreira que o impede de dominar a mente do homem. Satanás se utiliza das mais variadas estratégias para impedir o homem de obedecer a Deus, pois é seu empenho fazer o homem desobedecer à lei divina, seja por ignorância ou rebeldia.

     “A consequência do governo de Satanás – seus efeitos tanto sobre os seres humanos como sobre os anjos – mostraria o resultado da rejeição à autoridade Divina” EGW. GC. P.499

    As doutrinas mais apregoadas em todos os tempos, ou negam a existência de uma lei universal, ou a rejeitam deliberadamente. Para entender o que está por trás do pensamento de grandes pensadores, basta perguntar: Isso levaria alguém a desobedecer a lei de Deus? Se a resposta for sim, é o diabo que está por trás desse pensamento.

    A ideologia de gênero é uma dessas doutrinas, mas além dela, temos outras que são a base da sua evolução. Vejamos algumas.

    Para saber mais sobre a guerra que há entre as forças do mal e a verdade de Deus, acesse a série de estudos bíblicos O grande conflito.

     A ideologia de gênero e a sociedade alternativa de Aleister Crowlin.

    “A Lei é feita da tua vontade. A Lei é a do Amor, o amor sob tua vontade, não há mais a Lei; faça a tua Vontade” 

    “Faz o que tu queres há de ser tudo da Lei.” (“Do what thou wilt shall be the whole  of  the Law.”)

    Aleister Crouwlin foi um dos homens mais influentes do século XX. Satanista assumido, era chamado por seus seguidores de 666. Suas práticas obscuras e sua fixação pelo homossexualismo, embora tenha se casado, fazia com que fosse temido e odiado até mesmo entre os adeptos de bruxaria. A lei de Thelema -ou lei da vontade – pregava que não havia qualquer lei que pudesse reger o homem, a não ser sua própria vontade. Agora imagine essa filosofia aplicada aos desejos sexuais, aos negócios, à família. O que impede um homem ou mulher movido por esse sentimento de praticar toda sorte de perversão e maldade contra o próximo. Afinal, ele é escravo do desejo.

    No Brasil, a frase “sociedade alternativa” ficou conhecida na letra da canção de Raul Seixas, que era um adepto da doutrina, juntamente com o escritor Paulo Coelho. Bandas como Beatles e Rolling Stones também assumiam admiração pela doutrina de Crouwlin.

    A doutrina de Nietszche

    “Não há fenômenos morais, mas apenas uma interpretação moral de fenômenos…”

    A construção da ideologia de gênero tem o seu cerne no pensamento de filósofos como Friedrich Nietzsche.

    “Nietzsche, sem dúvida, considera o cristianismo e o budismo como “as duas religiões da decadência”, embora ele afirme haver uma grande diferença nessas duas concepções. O budismo, para Nietzsche, “é cem vezes mais realista que o cristianismo”, religiões que aspiram ao nada, cujos valores dissolveram a mesquinhez histórica. Não obstante, também se autointitula ateu:

    “Para mim o ateísmo não é nem uma consequência, nem mesmo um fato novo: existe comigo por instinto” (Ecce Homo, pt.II, af.1)”  Retirado de Wikipedia

    Filho de pastor Luterano, Nietzsche adotou na adolescência sua postura antinômica (contrária à lei) ainda bem jovem. É um erro pensar que pessoas nascem ateus. Elas se autodeclaram ateus por vários motivos, e ao que parece, nunca assim, do nada.

    Mais interessante é notar que mesmo ateus declarados, parecem não ver problemas em atribuir a Deus a culpa para as mazelas do mundo. Ou seja, Deus não existe como ser perdoador e salvador, mas existe como irresponsável e cruel com criancinhas que morrem à beira do mar. Esses intelectuais não querem Deus para si, mas transferem para Ele todo mal que eles mesmos (humanos em geral) causam a outros humanos. Alguns ateus chegam a tratar Lúcifer como ser real(só Deus que não é) e tecer elogios ao seu “espírito empreendedor,” como o fez recentemente o professor Leandro Karnal (Leia aqui este ótimo artigo escrito pelo pastor Michelson Borges)

    Então, de volta Nietzsche, ele fazia parecer que seu ódio ao cristianismo era algo sem causa, simplesmente porque ele “descobriu” que o cristianismo era uma religião decadente.

    E como todo ateu que se preza, Friedrich Nietzsche atacou exatamente a lei de Deus.

    Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? – também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos!” – Nietzsche, Gaia Ciência, §125

    Milhares de jovens e velhos propagam essa sentença e nem notam que ela ,mata não só a Deus -pelo menos dentro de si – mas a eles mesmos. Isso porque a única fonte de ética não relativista é a divindade. Mesmo os que não creem em um Deus “judeu,” acreditam que, de alguma forma, a divindade fornece valores e limites universais para a conduta humana. Entretanto, o filósofo ateu não quer matar apenas qualquer deus, ele quer destruir o Deus dos Hebreus, com suas leis funcionais e absolutas. Nietzsche contribuiu para que esse pensamento fosse aceito na mente de quem tem o maior poder, a de quem ensina.

    A ideologia de gênero e a Doutrina Marxista

    Eis alguns textos de Marx sobre sua visão de pessoa humana. Para ele, família, religião e consequentemente, a própria sexualidade, seriam construção do meio.

    “Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência.”

    “A religião é o suspiro da criança acabrunhada, o coração de um mundo sem

    coração, assim como também o espírito de uma época sem espírito. Ela é o ópio do povo.” Karl Marx

    Assim como Nietzsche, Marx trabalhou para destruir, na mente das pessoas, a lei de Deus. Entretanto, ele foi além da filosofia e propôs um plano estruturado para tornar isso possível. Já falaremos sobre isso.

    Mas por que esses pensadores têm tanto sucesso?

    É que o homem tem tendência a obedecer o diabo.  

    Infelizmente, quando Satanás enganou nossos antepassados, ele se apoderou do planeta e, em parte, da mente humana. Não é de se admirar que a humanidade tenha tanta facilidade de obedecer ao Diabo.

    “O mesmo espírito que produziu a rebelião no céu ainda inspira a rebelião na terra… …Seu espírito agora reina nos filhos da desobediência. Semelhantes a ele, procuram romper com as restrições da lei de Deus, prometendo liberdade às pessoas por meio da transgressão dos preceitos da mesma.”  EGW. GC.p.499

    Se o homem desobedece, é porque existe uma norma, uma lei. Agora entender o que é a lei poderá fazer diferença na hora de decidir se vai-se desobedecer ou obedecer.

    O que é, e para que serve a lei?

    Segundo o dicionário a lei pode ser, mas não só isso:

    Regra necessária ou obrigatória; Ato de autoridade soberana, que regula, ordena, autoriza ou veda: promulgar uma lei; Enunciado de uma propriedade física verificada de modo preciso: a lei da gravidade dos corpos; Obrigação da vida social: as leis da honra, da polidez.

    Também temos a definição moral da lei:

    Lei moral, lei que nos ordena praticar o bem e evitar o mal.

    Lei natural, conjunto de normas de conduta baseadas na própria natureza do homem e da sociedade.

    As leis existem porque equilibram. São apenas leituras funcionais. Nesse contexto, a lei moral foi a primeira a ser questionada, porque refletia o caráter de quem a criou. Entretanto, as leis sempre existiram, mesmo antes dos mandamentos na pedra. Não eram questionadas simplesmente porque funcionavam, da mesma forma que ninguém questiona a lei de expansão dos gases ou a lei da dilatação dos metais. Deus não faz diferença entre uma lei física que mantém o universo funcionando e uma lei moral que mantém a estrutura social funcionando. Para Ele, toda lei é igual.

    Deus estabeleceu leis para que o universo funcionasse.

    Existe a Lei moral, as leis biológicas, leis químicas, leis físicas e matemáticas. Todas elas com o mesmo objetivo: Fazer o universo funcionar. Se uma dessas leis for quebrada, o equilíbrio do universo será destruído. Neste caso, Gênesis 1:27 apresenta apenas uma lei biológica.

    “Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.”
    Aqui encontramos as bases para a engrenagem social. A identidade do homem criado depende também da sua identidade biológica. O homem foi criado à imagem de Deus. Mas foi também criado macho e fêmea, e nenhuma ideologia de gênero poderá mudar isso. Nessa sentença, está inserido o papel biológico e social do homem.  

    Em Gênesis 1:28 lemos:  “Deus os abençoou e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem na terra.”

    Aqui também aparece a função do homem: multiplicar-se e subjugar(dominar) a terra. Porém, a única maneira do homem conseguir êxito nessa tarefa é no seio da família, o que já nos dá uma luz do motivo da família ser contante alvo do diabo.  

    O casamento não é opressão

    Para não deixar dúvida, em Gênesis 2:18-24, Deus apresenta a importância da relação homem-mulher. Aqui, expressões como “ajudadora”, “serão uma só carne” e “não é bom que o homem esteja só’, mostram que a relação matrimonial não é opressora, e sim de grande parceria e cumplicidade. Qualquer coisa diferente disso é resultado das distorções que o pecado causou.

    Tendo satanás “caído” em nosso planeta, direcionou seus ataques especialmente à lei moral, que reflete o caráter de Deus no homem, à sua identidade filial, que lembra que o homem é criatura de Deus, e à família, que é a base da sociedade imaginada por Deus.

    Os dez mandamentos, a doutrina da criação e consequentemente, o sábado e a família são alvos constantes de Diabo.

    A Bíblia já adverte:

    ” …Portanto, celebrem-no ó céus, e os que nele habitam! Mas, ai da terra e do mar, pois o Diabo desceu até vocês! Ele está cheio de fúria, pois sabe que lhe resta pouco tempo.” Ap 12:12

    Os ataques de Satanás se intensificaram após 1844

    Satanás obtivera certo êxito em mudar o dia de guarda do sábado para o domingo. Mas em 1844, um grupo de crentes surgiu para restaurá-lo de forma universal. Ele então intensificou os ataques, buscando tirar da mente da humanidade a verdade sobre a criação. Em 1859, Charles Darwin publica “A origem das espécies”, onde ele defende um surgimento casual da vida na terra. Em parceria com Thomas Huxley, Darwin atacaria frontalmente a história da criação.

    Essa doutrina tornou-se mundial, e quem hoje a desafia é tido por ignorante e retrógrado.

    A ideologia de gênero ataca a Família

    Karl Marx direciona seu ataque à família.

    Karl Marx foi um escritor alemão, sustentado por uma mulher rica: Jenny von Westphalen, com a qual teve sete filhos, dos quais quatro morreram ainda crianças, duas filhas se suicidaram quando adultas e um dos filhos era fruto de adultério(teve um filho com a empregada).  Este filho foi abandonado e criado como bastardo por Engels. Seu tratado sobre a destruição da família encontra-se no livro (Confira) A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado,  um tratado materialista histórico que foi escrito por Friedrich Engels e baseado em notas de Marx lançado em 1884.

    O tratado parte do seguinte falso silogismo:

    1. A propriedade privada é fruto do matrimônio.

    2. O comunismo precisa destruir a propriedade privada.

    3. O comunismo precisa destruir o matrimônio.

    Pela lógica comunista, somente a desestruturação da família tradicional tornará possível a implantação de um regime socialista. Por isso, em todos os lugares onde tal regime foi implantado, o primeiro tópico da agenda foi acabar com o modelo tradicional de casamento.

    Algumas frases de Marx

    “O primeiro requisito da felicidade dos povos é a abolição da religião.“ 

    “A opressão do homem pelo homem iniciou-se com a opressão da mulher pelo homem.“

    Sendo assim, engana-se quem pensa que o comunismo é só economia. 
    “A revolução comunista não virá só por meio econômicos ou militares, mas sim por meios culturais” Karl Korsh em 1923

    Esse mesmo pensamento foi defendido por Max Horkheimer, proeminente filósofo da Escola de Frankfurt, em seu livro “Autoridade e família.” Segundo o pensamento deles, o dever de educar os filhos é do Estado e não dos pais. 

    O fracasso Marxista no projeto de destruição da família tradicional

    Apesar da propagação da teoria antifamília, até meados de 1950, o marxismo não conseguiu grande êxito na desestruturação do núcleo familiar. Foi então que entrou em cena o feminismo, pregando o fim da opressão da mulher pelo homem.

    Partindo da frase “A opressão do homem pelo homem iniciou-se com a opressão da mulher pelo homem,” o feminismo mostrou sua face diabólica desde o início. Entretanto, ninguém pense que o feminismo busca apenas igualdade de gênero. Seu papel na conjuntura socialista é destruir o conceito de família e implantar um modelo totalmente anárquico. Para defender tais teses, surgiram alguns nomes que deram ar de científico a um conceito ideológico.

    Kate Millet

    Em 1970, Millet publicou sua tese de doutorado com o título “política Sexual”, onde defende o fim da família tradicional.

    “As investigações neste domínio estão em desesperado desacordo com sobre a natureza das diferenças sexuais, mas as mais sensatas dentre elas desistiram da  ambição de estabelecer qualquer equação definida entre temperamento e natureza biológica. Parece que não é tão cedo que seremos esclarecidos quanto à existência de quaisquer diferenças inerentes significativas entre o macho e a fêmea para além das biogenitais que já conhecemos. A endocrinologia e a genética não provam de uma forma definida a existência de diferenças mentais-emocionais determinantes.”

    “A revolução deve vir por meio da derrubada da unidade familiar e pela desintegração da moral ocidental.”

    Shulamith Firestone

    Uma das mais agressivas e influentes feministas de todos os tempos, escreveu “A dialética do Sexo” em 1970, na época com 25 anos. Alguns trechos do seu livro deixam claro sua intenção do seu projeto.

    Firestone ofereceu a base da ideologia de gênero.

    “Assim, libertar as mulheres de sua biologia significaria ameaçar a unidade social,  que está organizada em torno da reprodução biológica e da sujeição das mulheres ao seu destino biológico. A família.”

    “A meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente — diversamente do primeiro movimento feminista — não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente” Shulamith Firestone, The Dialectic of Sex, Bantam Books, New York, 1970, p. 12

    Firestone atacou cada ponto que protegia o modelo familiar Divino, com intuito de minar a sua funcionalidade.

    A ideologia de gênero e o fim da maternidade

    “A igualdade feminista radical significa não simplesmente igualdade diante da lei, nem mesmo satisfação de necessidades básicas, mas antes que as mulheres — tal como os homens — não tenham que dar à luz”.Ibid

    “Com isso, atacamos a família numa frente dupla, contestando aquilo em torno de que ela está organizada: a reprodução das espécies pelas mulheres, e sua   consequência, a dependência física das mulheres e das crianças. Eliminar essas condições já seria suficiente para destruir a psicologia de poder, contudo, nós a destruiremos ainda mais.” p237

    Normatização da pedofilia

    “A total integração das mulheres e das crianças em todos os níveis da sociedade. Todas as instituições que segregam os sexos, e que excluem as crianças da sociedade adulta, por exemplo, a escola moderna, devem ser destruídas.” p.237

    “liberdade para todas as mulheres e crianças usarem sua sexualidade como quiserem. Não haverá mais nenhuma razão para ser assim.”Ibid

    O legado macabro de Simone de Beauvoir.

    Podemos dizer que Simone de Beauvoir é a mãe da ideologia de gênero. Enquanto as feministas discutiam o modo de destruir a família, Beauvoir questionou a própria base biológica da sexualidade. São frase de Beauvoir:

    “Que nada nos defina. … nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.”

    “Entre as que se vendem pela prostituição e as que se vendem pelo casamento, a única diferença consiste no preço e na duração do contrato.” 

    “Não se nasce mulher: torna-se.”

    Faltava só alguém para colocar essa teoria de forma específica nos bancos das universidades. Esse alguém foi a americana Judith Butler.

    Judith é autora do livro traduzido para português como “Probelmas de gênero. Feminismo e subversão da identidade,” onde ela defende, finalmente, de forma clara e precisa, que o ser humano não possui um gênero biológico, mas que sua identidade de gênero é construída de forma cultural.

    “É justo supor que esse ser humano não tenha sido de seu gênero antes de ‘tornar-se’ de ser gênero? Como é que alguém ‘se torna’ de um gênero? Qual é o momento ou o mecanismo da construção do gênero?”

    A partir desse questionamento ela tece sua tese, cuja influência é vista hoje em todo lugar. Um exemplo de como Judith Butler influencia a sociedade brasileira foi a grande quantidade repercussão da exposição do Queer Museu, em 2017. A doutrina queer, ou teoria queer, nada mais é que uma defesa de todas as perversões sexuais humanas a partir do desejo. E adivinha quem é a autora da teoria? Isso Mesmo! Judith Butler! Para mais informações leia Judith Butler E A Teoria Queer, de Sara Salin. Lembrando que este livro é uma defesa do pensamento da autora da tese.

    A ideologia de gênero na ONU

    O maior êxito  de Butler foi conseguir implantar a ideologia de gênero em um documento da ONU.  O Tratado de yogiakarta, votado em 2006. Eis um trecho:

    “Entendendo identidade de gênero como estando referida à experiência interna, individual e profundamente sentida que cada pessoa tem em relação ao gênero, que pode ou não, corresponder ao sexo atribuído no nascimento, incluindo-se aí o sentimento pessoal do corpo, (o que pode envolver, por livre escolha, modificação da aparência ou função corporal por meio de médicos, cirurgiões e outros) E outras  expressões de gênero, inclusive o modo de vestir-se, falar e o maneirismo.” 

    Livros que desmacaram o feminismo

    Se você preferir ler um conteúdo sério, mas que seja antifeminista e que combata a ideologia de gênero, sugiro a autora Ana Caroline Campagnolo. seus livros são fundamentais para se entender a falácia feminista. Veja seus livros AQUI.

    Não devemos ser otimistas em relação ao futuro da humanidade, pois satanás irá perseguir quem discordar dessas ideias. Em nome da ideologia de gênero, atacar-se-á a igreja, a escola e a família. Portanto, nossa única segurança é permanecer firmes  ao lado da verdade, custe o que custar.

    Apocalipse 12:11, apresenta nossa única salvaguarda:

    “Eles o venceram pelo sangue do cordeiro e pela palavra do testemunho que deram; diante da morte, não amaram a própria vida.”

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    7 comentários em “A Ideologia de Gênero e sua relação com o grande conflito”

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