Assisti a primeira temporada de Wandinha e não gostei do que vi
A primeira temporada da Série Wandinha(Wednesday), em exibição pela Netflix, está causando alvoroço entre a juventude, até mesmo em crianças mais novas. Entretanto, como cristãos, devemos ficar atentos às mensagens transmitidas por este tipo de conteúdo. O que tem a personagem principal Wandinha Addams, que tanto agrada esses jovens? Quais as consequencias espirituais de consumir este tipo de conteúdo? Acabei de publicar um artigo sobre o porquê de Cristãos não deverem filmes de terror. Leia-o AQUI.
Wandinha Addams é a filha mais velha do casal Addams, que, na série, acaba indo estudar em uma escola para pessoas como ela, chamados convenientemente de “excluídos”. A Família Addams, por sua vez, é uma série que se originou nas tirinhas de Charles Addams e cujo humor ácido e sombrio, fazia uma sátira à família tradicional americana. O sucesso das tirinhas fez a família virar série de TV e filmes, culminando com a série cuja personagem principal é Wednesday, a filha do casal Addams.
A série Wandinha traz a versão dos bruxos
De modo geral, a Família Addams é bem humorada, apesar das ideias grotescas dos personagens. Porém, o que pude observar na série teen foi que o enredo é bem mais ocultista que nas histórias tradicionais. Isso porque enquanto na série de Tv e até nos filmes, a Família Addams fica no superficial, porém, na série Wandinha, a coisa fica mais obscura, com um tom mais progressista e uma temática Wooke. Mas isso não é por acaso, não é mesmo?
Seguindo o mesmo padrão de Harry Potter, a série traz o espectador para a versão do bruxo. Em resumo, os heróis da série são seres nada convencionais, como lobos, sereias e montros diversos, enquanto o vilão é um peregrino. Os peregrinos foram cristãos ingleses que vieram para América fugindo das perseguições religiosas. É importante notar que um dos livros mais lidos do mundo é exatamente O Peregrino, de John Bunyan, cujo conteúdo é altamente edificante.
Sem entrar no mérito do enredo, vi uma tentativa clara de demonizar os cristãos, generalizando-os como “matadores de bruxas.” A prática que vimos na série é comum nos movimentos progressitsas.
Um processo de Luciferação
Além da questão antagônica dos personagens, a série traz invocações de demônios, conversas com os mortos e outras abominações as quais a Bíblia condena. Entretanto, revestiu-se todo esse cenário de ideais nobres e uma suposta justiça social, com intuito de justificar as ações dos personagens.
O nome desse processo é Luciferação, termo que já estava presente no livro A Nova Ordem Mundial, o governo da Nova Era, de Elizeu C. Lira. A ideia é que, cada vez mais jovens fiquem fascinados com o universo de Lúcifer, a ponto de preferir suas doutrinas, às doutrinas da Bíblia. Nesse processo, cria-se o imaginário coletivo que todo cristão é falso, abusador e intolerante, enquanto os que disseminam tais ideias praticam, eles mesmos, toda sorte de abuso e intolerância possíveis.
A única salvaguarda da igreja
A única salvaguarda da igreja é se manter fiel aos seus princípios e estudar cada passo desse movimento. Já escrevi aqui sobre a marca da besta, antropocentrismo na música, ideologia de gênero e até sobre a influência progressista na igreja. Portanto, devemos ler mais a Bíblia e orar mais, permanecendo fiéis à Missão a qual fomos chamados.
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